... Bullying
Esse é o termo do momento. Qualquer comentário sarcástico sobre algum defeito engraçado de alguém é definido como bullying. O gordo não podemos chamar de gordo, o de óculos nem pensar em chamar de “quatro-olhos” e nem queira imaginar se tu chamar aquela guria cheia de espinhas na cara de vulcão espinhento. Na verdade, toda a graça do colegial perdeu a graça, pq “elogios inversos”, agora, são vistos com maus olhos.
Na época quando eu estudava (quando o ensino fundamental era o 1º grau), as crianças de chamavam de tudo que era coisa na segunda-feira, brigavam na terça, choravam na quarta, xingavam os demais novamente na quinta-feira e (como diz nossa amiga[not] Rebecca Black) na sexta era dia de diversão, chamar a turma perneta, manca, zarolha, sardenta e sequelada para o joguinho de futebol do minitorneio interséries.
Hoje em dia tu passa na rua e a criançada, além de mal educada, está frágil. Briga no portão da escola dá Conselho Tutelar. Chamar a pessoa de “cabelo ruim” dá processo. Chamar o coleguinha afro-descendente de “neguinho” é motivo de discriminação. Livros com erros grotescos de português são distribuídos! Livros de matemática que dizem que 7+4=11 vão para as escolas. As crianças ranhentas dominam o mundo, fazendo seus pais de "gato e sapato", e a pedagogia moderna as defende.
Francamente, não sei o que está acontecendo com a educação dessa gurizada que quer fazer carteira de habilitação aos 16 anos, mas não quer a redução da maioridade e nem da idade mínima para começar a trabalhar.
Sim, fui uma criança alvo de chacota, nerd e CDF, odiado pela classe dos populares e nada cool (só nao entrei no elenco de Glee pq nao sei cantar). Cresci sendo educado, respeitando os demais, sofrendo o tal do bullying. Hoje estou vivo, formado na faculdade, sou conhecido pela minha educação, simpatia e inteligência pelos demais. Sobrevivi a tudo o que esses piolhentos e espinhentos de hoje sofrem.
Verdade, a juventude transviada de hoje está mais frágil, fresca, multicolor e patética. Sim, essa frase foi um ato de bullying.
E é assim que André vê as coisas... ^^
Nada mais é do que o ser humano interferindo, novamente, na seleção natural, tão importante de inúmeros estudos que nosso glorioso Darwin iniciou...
ResponderExcluirAntigamente, só sobreviviam os que eram fortes, os que realmente mereciam estar vivos, os que aguentavam as intempéries do meio em que viviam, e se utilizavam disso pra se desenvolverem, pra evoluírem. É por isso que o ser humano está tão mais avançado mentalmente (?) que o seu antepassado de sangue, o macaco.
Hoje em dia, com essa política social, qualquer ser vivo tem direito a tudo, e dever de nada.
O que me admira é que ninguém se sente "ofendido" por descender de primatas (diante da visão evolutiva), ou descender de um incesto (sim, porque "Deus" fez somente Adão e Eva, que tiveram alguns vários filhos, como Caim, Abel, Sete, e mais outros rapazes e moças, na visão criacionista). E, persistindo nessa visão criacionista, pergunto: e depois? Como se prosseguiu a descendência? Como é que houve a reprodução da espécie humana?
Enfim, sei que o questionamento foge um pouco da temática abordada no post, e por isso, dentro da linha de pensamento de ANDRÉ™, pode-se analisar que somente sobrevive o mais forte, pois, de acordo com a própria "Bíblia", Caim mata Abel por "ciúme". Mas, ciúme de que?
Bem, indiferente do motivo, sobreviveu o mais forte. E, apesar das mais diversas controvérsias, Caim era sim o mais forte, pois se utilizou de todo seu conhecimento, imaginação e esforço para sobreviver.
Sei que isso não tem nenhum contexto ético, mas não é o ético que é relevante, nesse momento. É o fato de que somente sobrevive o mais forte.
Mesmo a religião pregando isso, e mesmo que uma gigantesca fatia da população seja religiosa, principalmente, seguidora do catolicismo, ninguém pensa nesses pequenos-grandes detalhes.